A mastite bovina ou mamite é uma das principais doenças de rebanhos leiteiros. De acordo com o médico veterinário da Cravil, Claudio Brogni, falar de mastite é complicado, já que a doença é um problema que todo produtor de leite convive. Alguns mais, outros menos, mas independentemente da tecnificação da produção, em algum momento durante a lactação, pelo menos um animal vai apresentar a mastite.
A doença tem impacto econômico na propriedade devido à queda de produção e a interferência direta na qualidade do leite. A mastite pode apresentar-se de três formas: aguda, subaguda e crônica, podendo ser contagiosa e ambiental. Segundo o médico veterinário Cravil, Claudio Brogni, a identificação da forma da doença é importante para aplicação do tratamento adequado que, em alguns casos, pode ser o descarte do animal.
“Uma das formas de diminuir os problemas com a mastite, seja ela ambiental ou contagiosa, é fazer o uso de equipamentos em condições adequadas, mantendo a higiene e a manutenção dos utensílios. A antissepsia dos tetos após a ordenha, ou seja, fazer uso do pós-dipping, pode evitar a reinfecção de uma nova mastite na propriedade. A terapia de vaca seca também é um importante aliado na prevenção de novas infecções intramamárias. A mastite é um mal que o produtor de leite terá no ciclo produtivo de algum animal, por isso é importante estar atento as recomendações e aos sinais da doença”.
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